Definimos as pessoas que necessitam de CAA e vimos os equipamentos a utilizar.
População que pode necessitar de CAA
A utilização de equipamentos ou programas da Comunicação Aumentativa e Alternativa não está propriamente sujeita à idade ou às capacidades mentais das pessoas, mas de determinados handicaps que surgem no decorrer da vida. Deste modo, qualquer pessoa pode necessitar de recorrer à CAA para poder comunicar. E usá-la nas seguintes condições:
- Doenças congénitas/desenvolvimento:
- Paralisia Cerebral;
- Perturbações Cognitivas;
- Surdos-Cegos;
- Perturbações do Espectro do Autismo;
- Dispraxias;
- Perturbações Específicas da Linguagem;
- Síndromes Genéticos;
- doenças/incapacidades adquiridas:
- Traumatismo Crânio-Encefálico;
- Acidente Vascular Cerebral;
- Lesões da Espinal-medula;
- Laringectomia/Glossectomia;
- Asfixia;
- Doenças Neurológicas Progressivas (doença de Alzheimer, Esclerose Lateral Amiotrófica, Síndroma de Guillain-Barré, Doença de Huntington’s, Esclerose Múltipla, Distrofia Muscular, Doença de Parkinson, entre outras)
Rebus
O Sistema REBUS é composto por signos de escrita logográfica e foi produzido para ajudar pessoas com deficiência mental ligeira a aprender a ler. Este sistema requere pouca capacidade de leitura e situa-se numa fase intermédia da aprendizagem da leitura, facilitando o seu desenvolvimento.
Bibliografia:
TETZCHNER, S.; MARTINSEN, H (2000) Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa.
Colecção Educação Especial. Porto. Porto Editora.
O FireVox é um Software que auxilia os utilizadores invisuais ou com baixa
visão.
Ele analisa
o que está no ecrã, convertendo-o para uma linguagem verbal ou para o Braille, para
que o conteúdo em questão se torne percetível para o usuário.
Endereço na Web: http://www.firevox.clcworld.net/
As vantagens das novas tecnologias para
pessoas com NEE
Colecção Educação Especial. Porto. Porto Editora.
Firevox
O FireVox é um Software que auxilia os utilizadores invisuais ou com baixa
visão.
Ele analisa
o que está no ecrã, convertendo-o para uma linguagem verbal ou para o Braille, para
que o conteúdo em questão se torne percetível para o usuário.
Endereço na Web: http://www.firevox.clcworld.net/
As vantagens das novas tecnologias para
pessoas com NEE
A tecnologia possui o mérito de
facultar às pessoas deficientes uma melhor qualidade de vida. Os indivíduos
detentores de deficiência visual, por exemplo, podem socorrer-se da impressora
Braille para imprimir em alto-relevo os conteúdos incluídos num documento em
formato digital. Por outro lado, existem softwares e hardwares que possibilitam
a audição daquilo está escrito no ecrã de acordo com as caraterísticas
dos usuários. Por sua vez, o teclado virtual simplifica a escrita no computador
por sujeitos que possuem dificuldade em manejar o teclado normal.
As novas tecnologias possibilitam que
as pessoas com mobilidade reduzida consigam ter acesso a diversos mecanismos
que permitem o acesso a certos objetos, entre outros os manípulos de apoios e
braços.
Os docentes devem recorrer às tecnologias encarando-as
como ferramentas pedagógicas e como meio de tornar a aprendizagem dos discentes
mais acessível e agradável. Seria fundamental fomentar o interesse e a
curiosidade dos alunos para que o estudo
se torne mais fácil e aliciante, de forma a torná-los cidadão aptos para
aplicar conhecimentos em contextos reais.
Bibliografia:
Bautista, R.
(1997) (Coord.) Necessidades Educativas
Especiais. Lisboa: Dinalivro.
BENTO, C. et al.
(2005). Programa de Generalização do
Ensino do Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico – Orientações Programáticas.
Lisboa:
Ministério da
Educação – Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. Correia,
L. M. (1999)
Alunos com Necessidades Educativas Especiais nas
Classes Regulares. Colecção Educação Especial. Porto: Porto Editora. Ministério
da Educação. (2004)
Organização Curricular e Programas, Ensino Básico – 1º
Ciclo. 4ª Edição. Ministério da Educação – Departamento da
Educação Básica. Ministério da Educação. (2001).
Currículo Nacional do Ensino Básico. Competências
Essenciais. Lisboa: Ministério da Educação – Departamento da
Educação Básica.
site: http://www.youtube.com/watch?v=67bU2k-7ZAU

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